quarta-feira, 14 de agosto de 2013
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Quando Deus vai às urnas...
É provável que Deus não seja de extrema direita, não condiz muito com a personalidade. A não ser que os pais dele já fossem, já se sabe que a orientação política é maioritariamente hereditária.
O comunismo parece ter tudo para se encaixar. Mas se virmos bem, se assim fosse, Ele tinha distribuído os talentos de forma mais equitativa, não? O Buda eu sei que é do bloco central, porque ele diz que a virtude está no caminho do meio, mas para Deus não sei... central parece um voto inerte, e ele não é disso.
Uma coisa é certa, ele não deve ser um tipo de faltar ao seu dever de voto. E sendo ele omnisciente não vota em branco. Perdão, refuto (e refaço)! Sendo ele omnisciente deve votar em branco...
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
sábado, 3 de agosto de 2013
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Up And Down The Stairs
O que vê na seguinte imagem? Eu e o meu casaco de peles (falsas) subindo as infinitas escadas para a minha penthouse no Upper East Side, Manhattan.
Qual Crrrrrruella Deville!
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Sprechen Sie Deutsch? II
Cá continuo eu pacientemente a tentar aprender alemão. Na minha quinta lição deparo-me com um texto acerca de uma menina - Inge - que está doente e a quem a boa amiga - Anna- liga para ver o que se passa e tal. Estava eu a ler a sua conversa telefónica (o corrector ortográfico da Blogger assinala erro em telefónica e corrige para telefônica, atenção que os brasileiros estão a dominar o mundo e isso não é bom) em voz alta, tentando carregar o menos possível nos erres, e eis que me deparo com uma palava nova: Unterricht. O que quererá dizer isto?, pensei. Unterricht! Não tentem adivinhar por que será um esforço inglório. Muita coisa me passou pela cabeça, muita coisa. Tudo menos algo tão simples como aula, que realmente significa.
Mas que raio de povo é este? Que arranja uma palavra tão esquisitóide para dizer algo tão banal como aula. Uma pessoa vai pelo texto abaixo e vê coisas bastante aceitáveis que ou se parecem com o inglês como Hause, onde a Inge ficou por estar doente. Há também as palavras que se assemelham às portuguesas como Dusche. Melhor ainda, são as que nos lembram tanto o inglês como o português, que é o caso de Fieber, a razão pela qual a Inge faltou à Unterricht. Depois há Kinder que primeiro achamos que é chocolate e que depois percebemos que é crianças, mas está tudo bem porque tem lógica. E como nem tudo são rosas há muitas palavras que não se parecem com nada mas que pelo menos até soam àquilo que significam, depois de se ir ver ao dicionário. Vá lá que Lehrerin seja professora, é bastante razoável, sim senhor. Agora... Unterricht ser aula. Enfim, não admira que aquela gente tenha perdido duas guerras seguidas, perante a tremenda falta de pragmatismo. Sim, porque se acham que (me enganei e) escrevi todos aqueles substantivos em alemão com letra maiúscula por acidente, estão enganados! Eles escrevem-nos assim, sempre com letra maiúscula. Porquê? Vá-se saber! Talvez um Dusche para eles seja tão importante como o nome de uma pessoa ou de uma nação. Dusche e Deutschland ao mesmo nível. Quem diria, logo vindo dos alemães.

sexta-feira, 26 de julho de 2013
Jogando Jogos De Vídeo
Bem, o que uma criança sofre! E a miúda (?) dos 1:36, alguém que a belisque por favor.
quinta-feira, 25 de julho de 2013
terça-feira, 23 de julho de 2013
Sprechen Sie Deutsch?
Ontem resolvi começar a aprender alemão. Neste momento já tenho a minha garganta num oito. Então, depois de ter reolvido aprender alemão, resolvi também que, para já, não me vou preocupar muito com a pronúncia. Só por enquanto...
Até ganhar coragem para voltar a tentar falar este linguajar tão pouco natural e tão exageradamente povoado de errrrrrres. Melhor ainda seria ignorar por completo a pronúncia original e pura e simplesmente falar alemão com sonoridade protuguesa, um alemão soft, ou um soft Deutsch. Chiça, e há quem se queixe do francês. Nada tem a ver Je t'aime com Ich liebe dich.
Até ganhar coragem para voltar a tentar falar este linguajar tão pouco natural e tão exageradamente povoado de errrrrrres. Melhor ainda seria ignorar por completo a pronúncia original e pura e simplesmente falar alemão com sonoridade protuguesa, um alemão soft, ou um soft Deutsch. Chiça, e há quem se queixe do francês. Nada tem a ver Je t'aime com Ich liebe dich.
Juro que só precisei do tradutor para perceber um terço da BD. Nada mal para alguém cujo estudo se resume ainda a uma só folha de papel. Se é que me entendem. ;)
domingo, 21 de julho de 2013
Como Se Riem Os Ricos
É impressionante a expressividade deste homem.
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Ontem No "Marés Vivas"
We Trust - Time (Better Not Stop)
Bush - Glycerine
Smashing Pumpkins - Ava Adore
sexta-feira, 12 de julho de 2013
A praia e o Homem recolector
Duas toalhas geminadas dão abrigo aos personagens principais da
história de hoje. Ser personagem principal significa que toda a história, bem
como as participações dos outros intervenientes, se desenrolam à sua volta.
Duas almas geminadas habitam então essas toalhas.
Um biquíni moreno veste um pouco da pele preta da rapariga na toalha da
direita. O vizinho contrasta.
O cabelo escuro, maioritariamente liso, por vezes reivindica o
direito a ter vontade própria. O sindicato é o vento. O cabelo do vizinho
também contrasta.
O vizinho, proprietário da toalha contígua, é um rapaz que Deus não
abençoou com muita melanina mas compensou com um cabelo aloirado que cresceu
aos caracóis. No vizinho nem os calções têm muito pigmento, são brancos e contrastam com o biquíni preto do lado. Onde há mais pigmento no rapaz é nas costas,
mas é sintético: uma tatuagem grande rotula-o como um bad boy que a cara não corrobora.
Abraçam-se. Ele afaga-lhe o cabelo com uma mão, a outra pousou no
limbo. Para uns ainda é nas costas, para outros já é nas nádegas; eu cá não me manifesto
sobre assuntos polémicos. Exerce aquela pressão exacta para transmitir a
mensagem sem ser explícito. Talvez não se possa afirmar que aquela mão no limbo
a esteja a puxar para si, mas muito menos que a deixa afastar-se livremente. É
um gesto comedido.
Beijam-se. A mão transmite agora uma ideia bem mais decidida. Os corpos
estão algo entrelaçados, mas o entrosamento é facilmente reversível por conta
da rapariga. As pernas dela vão assumindo posições de dúvida. Os pés rodam para
dentro e brincam por vezes com a areia. É vergonha?
Alguns metros ao lado, do lado do rapaz, uma outra rapariga vai assistindo. Curiosa vai julgando a indecisão da protagonista.
No hemisfério oposto, do lado das costas da rapariga, um juvenil vai
invejando o protagonista. Está do lado certo para invejá-lo.
Mais atrás, uma mulher vai prestando mais atenção a esta história do que à do livro que está a ler.
Um casal com dois filhos revê-se na cena com nostalgia.
O Mar é dos poucos totalmente indiferentes. Na praia todos são um pouco espiões.
Há na protagonista, deitada sobre o lado, um vale fértil entre as costelas e a anca. Aquele vale tem as condições ideais para o Homem deixar de ser recolector. Naquele vale, onde o sol incide amornando e doirando todo o terreno, a terra não é árida, não é seca nem pedregosa. Parece macia e húmida, perfeita para o cultivo. Ali cresceriam todo o tipo de sementes, assim fossem lançadas, e o Homem deixaria de ser nómada.
A incerteza da rapariga não permite nem que o Homem nem que a situação evoluam. O Homem, não se fixando no vale, mantém-se sujeito à fome e à eterna procura, permanece nómada, mas guarda a esperança de encontrar outra oportunidade no futuro. O momento de intimidade, acaba por extinguir-se, pouco depois. A mão regressa, cabisbaixa, mas guarda a esperança de encontrar outra oportunidade, talvez à noite.
Sentam-se. Conversam. É uma negociação. Ela cede, sem dificuldade — vão ao mar.
Levantam-se. Afastam-se. A rapariga deixa pegadas muito bonitas. As do rapaz não sei, não vi.
Os espectadores voltam para o que estavam a fazer.
O Mar continua indiferente.
Vocês voltam para o facebook.
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