Este filme francês foi escrito por uma portuguesa que, por acaso, é minha prima - Andreia Barbosa. É uma comédia, check it out.
domingo, 28 de abril de 2013
quinta-feira, 25 de abril de 2013
segunda-feira, 22 de abril de 2013
terça-feira, 16 de abril de 2013
segunda-feira, 15 de abril de 2013
domingo, 14 de abril de 2013
Os homens são todos iguais
Eu sou adepto da versatilidade de discursos, das ideias próprias e acima de tudo da evolução. Principalmente da evolução das ideias e dos discursos. Isso é que eu gosto, muito.
Eu não percebo porque é que pessoas com a minha idade, com boa formação e educação, acesso à cultura e ao que lhes devia expandir um bocadinho o painel de ideias, continuam a ter a mesma visão, e pior, a transmitir as mesmas ideias quadradas que aprenderam com 13 anos a ver as novelas da tarde.
Escolhi o cliché do título como exemplo meramente por ter-me deparado com ele e com quem insistia em lançá-lo como argumento recentemente. Não é que seja pior do que tantos outros, mas o ridículo que lhe é intrínseco até calha bem porque o torna um excelente representante da sua classe. Um excelente representante desse manancial de ideias feitas que se ouvem em conversas constantemente, sem espírito crítico.
É uma generalização ridícula. Tão parva que eu acho que nem vou refutá-la argumentando, vou só avançar essa parte, por piedade.
O uso dessa expressão identifica um grupo de mulheres muito característico — são todas iguais. Essas mulheres são todas iguais: adoram aquelas guerrinhas de sexos, apresentam-se como eternas vitimas, não sabem argumentar racionalmente deixando de lado a emoção mas acham-se muito boas em discussões, dizem que os homens todos iguais mas paradoxalmente acreditam devotamente naquele romantismo (amor segundo elas) comercial piroso e irrealista, e ainda mais paradoxalmente quando estão solteiras procuram um namorado sofregamente. Há também a versão da rapariga cuja relação acabou recentemente e que passa a vida a dizer o quão mau era o ex, e que da primeira vez que ele estala os dedos corre doida de volta para ele, qual cachorro amestrado.
Os homens serem todos iguais (e muitas outros clichés do mesmo calibre intelectual) era uma coisa que eu gostava muito de debater quando andava no 8º ano... Eu acreditava que já tínhamos passado essa fase, mas não. Talvez nunca passe, talvez o mundo esteja condenado a assistir repetida e eternamente a essa discussão infantil...
Eu não percebo porque é que pessoas com a minha idade, com boa formação e educação, acesso à cultura e ao que lhes devia expandir um bocadinho o painel de ideias, continuam a ter a mesma visão, e pior, a transmitir as mesmas ideias quadradas que aprenderam com 13 anos a ver as novelas da tarde.
Escolhi o cliché do título como exemplo meramente por ter-me deparado com ele e com quem insistia em lançá-lo como argumento recentemente. Não é que seja pior do que tantos outros, mas o ridículo que lhe é intrínseco até calha bem porque o torna um excelente representante da sua classe. Um excelente representante desse manancial de ideias feitas que se ouvem em conversas constantemente, sem espírito crítico.
É uma generalização ridícula. Tão parva que eu acho que nem vou refutá-la argumentando, vou só avançar essa parte, por piedade.
O uso dessa expressão identifica um grupo de mulheres muito característico — são todas iguais. Essas mulheres são todas iguais: adoram aquelas guerrinhas de sexos, apresentam-se como eternas vitimas, não sabem argumentar racionalmente deixando de lado a emoção mas acham-se muito boas em discussões, dizem que os homens todos iguais mas paradoxalmente acreditam devotamente naquele romantismo (amor segundo elas) comercial piroso e irrealista, e ainda mais paradoxalmente quando estão solteiras procuram um namorado sofregamente. Há também a versão da rapariga cuja relação acabou recentemente e que passa a vida a dizer o quão mau era o ex, e que da primeira vez que ele estala os dedos corre doida de volta para ele, qual cachorro amestrado.
Os homens serem todos iguais (e muitas outros clichés do mesmo calibre intelectual) era uma coisa que eu gostava muito de debater quando andava no 8º ano... Eu acreditava que já tínhamos passado essa fase, mas não. Talvez nunca passe, talvez o mundo esteja condenado a assistir repetida e eternamente a essa discussão infantil...
sábado, 13 de abril de 2013
Deu-lhe a tremer
Os doentes de Parkinson tremem a uma frequência de 4 a 5 Hz.
Isto é um dado não só científico como médico. Já uma pessoa a tremer por nervosismo fá-lo a 8-13 Hz.
Coisas que eu nunca pensei saber. Melhor, coisas que eu nunca imaginei que se soubessem. (Coisas que justificaram a minha ausência durante esta semana também).
quinta-feira, 11 de abril de 2013
quinta-feira, 4 de abril de 2013
La Cage Dorée
Um filme sobre os emigrantes portugueses em França.
Por coincidência, ou não, a estreia em Portugal será somente em Agosto.

quarta-feira, 3 de abril de 2013
Parabéns, Le Déjeuner Sur L'Herbe!
É precisamente hoje, dia 3 de Abril de 2013 que o blog completa 1 ano.
Obrigada a quem segue. :))

domingo, 31 de março de 2013
sexta-feira, 29 de março de 2013
Insulto Paradoxal
Para que serve um insulto? Para expressar desagrado, para criticar, e até mesmo para ferir. Num insulto está sempre inerente a vontade de ferir, ainda que possa ser muito ténue e inconsciente, mas está. É para isto que serve o insulto. Foi para isto que ele foi criado.
Mas como tudo o que surge e se difunde, mais tarde ou mais cedo acaba por ser degenerado, usado inapropriadamente. Os insultos não são excepção, daí que hoje em dia assistamos frequentemente ao uso desviante deste recurso. Abordemos os casos mais paradigmáticos.
Tótó. "És um tótó" é o insulto menos insultuoso de sempre. Aliás, o objectivo de chamar tótó a alguém é precisamente o contrário de insultar. Tótó deve ser traduzido por: oh, eu quero meter-me contigo, dizer-te qualquer coisa para te picar mas deixando evidente que a razão pela qual te estou a "insultar" não é de todo relevante, principalmente face ao meu interesse em ti.
Pateta. Pateta é o outro arquétipo de insulto paradoxal. Chamar pateta a alguém mais não revela do que a vontade do insultante teatralizar uma reprovação muito ligeira a uma atitude do insultado, quando na realidade acha imensa graça a essa mesma atitude. Irei mais longe, ouvir alguém chamar pateta é sinal, numa grande parte dos casos, daquela ligeira distorção da realidade que afecta aqueles que estão a ficar enamorados. Aquela distorção que faz com que coisas absolutamente banais e até parvas tenham um toque doce e uma graça harmoniosa quando feitas por uma certa pessoa.
Agora quero deixar isto claro: há excepções! Não vá alguém cometer uma loucura porque alguém o chamou tótó! Portanto eu não assumo qualquer responsabilidade pelo que possa ocorrer nas vossas vidas mediante a interpretação destes insultos tal qual o GPS não se responsabiliza por uma multa de transito se lá disser que o limite de velocidade é 90 mas houver um sinal na estrada a dizer 30.
Ainda digno de referência são os comentários depreciativos no diminutivo: "és tão mauzinho", "não sejas chatinho"... este antagonismo entre a crítica e a afabilidade dos diminutivos levanta suspeitas.
Importante é não confundir um insulto ligeiro com um insulto paradoxal. Palerma, pascácio, nabo, etc, têm a real intenção de expressar uma crítica leve. Já um insulto paradoxal tem um sabor diferente e deve ser degustado mais como um elogio do que como uma crítica.
quarta-feira, 27 de março de 2013
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