
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Por Muito Que Pense Nisto...
... continuo sem perceber porque é que os bibliotecários da biblioteca da minha faculdade usam bata. Bata para os proteger de quê? Das bactérias existentes no pó dos livros?

sábado, 8 de dezembro de 2012
Hazul Luzah
Quem costuma percorrer as ruas do Porto já terá, possivelmente, visto alguma destas imagens. Um óptimo exemplo de graffitis.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Nat Geo
Porque é que a programação do National Geographic Channel por estes dias dá tanto destaque ao fim do Mundo? É preciso dar tanta importância a uma profecia que toda a gente sabe que não vai acontecer?
... certo? Não vai, pois não?
Troquem lá o Apocalipse Maia e Preparados Para o Fim do Mundo (que não estou!) por uns peixinhos coloridos a nadarem por entre os corais do Pacífico, é muito mais bonito e não há necessidade de apoquentarem as pessoas. Não vão convencer ninguém a construir um bunker na cave, para fugir aos zombies. No máximo, uma família de americanos pacóvios.

domingo, 2 de dezembro de 2012
Tom & Jerry
Tom & Jerry foi o primeiro nome da dupla de Paul Simon e Arthur Garfunkel (pois é, aposto que ninguém sabia o primeiro nome do Garfunkel). Mais tarde cingiram-se aos nomes de família e foi assim, como Simon & Garfunkel, que ficaram conhecidos de todos nós.
O primeiro nome parece ter sido a adivinhar a relação "conturbada" que viriam a ter. Mas ao ouvir esta harmonia nas suas vozes, a suavidade e fluidez da música que faziam juntos, parece até difícil de imaginar. Ainda tentaram uma Bridge over troubled water (coincidência. ou muito provavelmente não, seria esse o último álbum da banda) mas parece que não funcionou e lá se separaram, com muita pena minha. Resta-nos o deleite do que tiveram tempo para fazer juntos até lá.

sábado, 1 de dezembro de 2012
Atchim
Espirro, ou aquilo a que a ciência chama, tão pomposamente, de esternutação, é a razão pela qual volto aqui ao blog após tanto tempo de abandono (que lamento).
Eu não me preocupava muito com os espirros, tento, obviamente, resguardar-me um pouco sempre que alguém espirra próximo de mim mas, enfim, desde que não aterrassem gotas de saliva em cima de mim, dava-me por feliz.
Até há bocadinho... Desde que vi um programa na 2 acerca do assunto. É que descobri que as partículas que são libertadas num espirro, podem viajar até quarenta metros. Metros, metros do Sistema Internacional. Ou seja, a pessoa que espirrou lá à frente no comboio pode muito bem infectar-me a mim, que estou aqui na carruagem do fundo. E de nada me vale ter tapado a boca e o nariz com a gola porque tudo aquilo vai permanecer no ar durante horas, aquelas gotas de saliva e muco pejadas de vírus e bactérias, vindas directamente do nariz e boca do Sr. Não-Sei-Das-Quantas.
Uma pessoa espirra a toda a hora, pelo menos falo por mim, a minha rinite alérgica tem destas coisas. E claro que eu sempre soube que um espirro significa uma infinidade de doenças dispersas em aerossol prontinhas a atacar um organismo saudável e contente. No entanto, eu não imaginava que aquilo chegasse tão longe e, tendo em conta a frequência com que estamos expostos a espirros alheios, imagine-se a quantidade de bichinhos que eu respiro quando estou num espaço fechado como um café, por exemplo (e nem vamos falar no perigo por excelência que é uma sala de espera das Urgências).
Posto isto, não vou dizer que parem de espirrar porque isso faz muito mal, pode causar danos irreparáveis nos seios nasais, ruptura no ouvido interno e da cartilagem nasal e, em casos extremos, danos cerebrais, MAS é de ressaltar a importância de pôr algo à frente da cara quando se espirra (o braço, um lenço...) para não oportunar o próximo. Apesar do mais frequente ser, no máximo, apanhar umas constipaçãozinha, é sempre chato estar doente seja como for.
E para rematar este meu serviço público, aqui vai um vídeo de consciencialização. Passem logo para os 50 min, até lá é perda de tempo.
Ninguém merece levar com um spray nojento a viajar a 150 Km/h.
sábado, 24 de novembro de 2012
domingo, 18 de novembro de 2012
Sexta feira
Ora há dois dias chegou a sexta feira, como chega todas as semanas, às vezes muito rápido, outras muito devagar. Por norma sempre rápido, porque o tempo costuma passar rápido quando se gosta de viver e só passa lentamente quando estamos à espera para viver, ou pelo menos à espera para poder viver mais do que achamos estar a viver na altura. Concretizando, o tempo passará devagar para um recluso que conta os dias para sair em liberdade. Passará moroso porque o recluso não considera que viver seja estar dentro de uma cela. O tempo arrastar-se-à viscoso à frente da grade porque o recluso espera sair e viver (experienciar) bem mais do que vive dentro da prisão. Se estivesse em prisão perpétua, após um período de adaptação, após o desmame da liberdade (que não digo que fosse curto), o tempo correr-lhe-ia tão ou mais agilmente que a nós. É esta variável de dois eixos, esta razão entre o que vamos poder fazer e o presente, e não propriamente o que estamos a fazer per se, que modula o nosso tempo psicológico.
A adaptação e a espera pela liberdade serão por certo o mais penoso numa prisão. Num Homem privado de liberdade a faculdade mais preciosa será sem dúvida a imaginação - a liberdade aplicada a uma realidade tão volátil como o pensamento. Uma liberdade irrevogável. Fruto da falta de escolha, essa liberdade - a imaginação - é exercida na intensidade máxima, gasta e usada como uma droga, vasculhada até nos recantos mais improváveis. Veja-se o caso de Dom Quixote, criado por Cervantes quando estava preso. Numa situação tão marcante como estar preso é natural que os primeiros sintomas assim como os que mais hão de prevalecer sejam associados a funções mais basilares, mais primitivas: reprodução, sexo - os tais recantos improváveis. Nada admiram todo o tipo de disfunções sexuais que ocorrem nas prisões, mesmo quando em pessoas que antes eram o que se costuma assumir por normais nesses parâmetros. Toda aquela imaginação confinada a uma cela, a privação, aquele tempo infindo para se questionar sobre tudo... afinal, por mais firmes que pareçam, quais serão as certezas capazes de resistir ao ataque constante das questões?
Tão importante como a imaginação é o seu substrato, as memórias. Mais directa ou indirectamente, é sempre nelas que a imaginação pousa e actua, vai distorcendo e modulando, cortando e juntando, até ser indecifrável a origem. As memórias são como um eterno molde em barro fresco. Se não se mexer nele, vai lentamente cedendo à gravidade, perdendo forma e contorno, esbatendo-se irreversivelmente. Se o formos pegando vamos sem dar conta deformando-o, alterando-o ao sabor da forma inocente como lhe pegamos de cada vez. E isto tira a autenticidade à memória, mas deixa-a à vista e mais preenchida. E antes um bonito anel de vidro na mão, que o um de diamantes perdido pelo chão.
E o que é que isto tem que ver com sexta-feira? Nada, porque eu não ia escrever sobre nada isto. A não ser que o anel se tivesse perdido na sexta, e aí tudo se justificava obviamente.
A adaptação e a espera pela liberdade serão por certo o mais penoso numa prisão. Num Homem privado de liberdade a faculdade mais preciosa será sem dúvida a imaginação - a liberdade aplicada a uma realidade tão volátil como o pensamento. Uma liberdade irrevogável. Fruto da falta de escolha, essa liberdade - a imaginação - é exercida na intensidade máxima, gasta e usada como uma droga, vasculhada até nos recantos mais improváveis. Veja-se o caso de Dom Quixote, criado por Cervantes quando estava preso. Numa situação tão marcante como estar preso é natural que os primeiros sintomas assim como os que mais hão de prevalecer sejam associados a funções mais basilares, mais primitivas: reprodução, sexo - os tais recantos improváveis. Nada admiram todo o tipo de disfunções sexuais que ocorrem nas prisões, mesmo quando em pessoas que antes eram o que se costuma assumir por normais nesses parâmetros. Toda aquela imaginação confinada a uma cela, a privação, aquele tempo infindo para se questionar sobre tudo... afinal, por mais firmes que pareçam, quais serão as certezas capazes de resistir ao ataque constante das questões?
Tão importante como a imaginação é o seu substrato, as memórias. Mais directa ou indirectamente, é sempre nelas que a imaginação pousa e actua, vai distorcendo e modulando, cortando e juntando, até ser indecifrável a origem. As memórias são como um eterno molde em barro fresco. Se não se mexer nele, vai lentamente cedendo à gravidade, perdendo forma e contorno, esbatendo-se irreversivelmente. Se o formos pegando vamos sem dar conta deformando-o, alterando-o ao sabor da forma inocente como lhe pegamos de cada vez. E isto tira a autenticidade à memória, mas deixa-a à vista e mais preenchida. E antes um bonito anel de vidro na mão, que o um de diamantes perdido pelo chão.
E o que é que isto tem que ver com sexta-feira? Nada, porque eu não ia escrever sobre nada isto. A não ser que o anel se tivesse perdido na sexta, e aí tudo se justificava obviamente.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Oasis - The Importance Of Being Idle
Mais tarde ou mais cedo, todos pagamos pela nossa preguiça. A altura negra do semestre aproxima-se... E eu só quero dormir.
SPAM
Toda a gente sabe o que é spam, toda a gente sofre com spam, eu mesmo sou um caso paradigmático que têm um número de três dígitos nas mensagens a receber do e-mail.
O que talvez menos gente saiba, particularmente cá em portugal, é que SPAM também é, e já era antes, um tipo de carne enlatada. Muito mais popular na América do norte e no Reino Unido do que por cá, SPAM é o acrónimo de spiced ham, uma mistura de carne de porco pré-cozinhada com fiambre vendida desde 1937.
Coincidência? Não. As duas palavras não são iguais por acaso. A mais tenrinha das duas, a mais novinha veio da primeira e os responsáveis por isso foram os Monty Python. O grupo de humoristas inglês, perito no humor nonsense e talvez o grupo mais influente de sempre nos sketches de humor, é a ligação entre os dois significados através deste sketck que satiriza o racionamento de alimentos durante a segunda guerra mundial no UK e ao qual o SPAM foi dos poucos alimentos a escapar.
Fartinhos que deviam de andar os ingleses nessa altura, deviam comer mais SPAM do que um aluno universitário come atum, lembraram-se análogamente de aplicar o termo a algo que também lhes impingiam e já estavam fartos e à qual é dificil escapar.
Curiosamente a empresa que produz SPAM nunca se mostrou contra a utilização do termo para designar o correio (normalmente electrónico (sim porque há outros tipos de spam) ) não solicitado. Apenas exigiu que SPAM em maiúsculas fosse usado estritamente para designar o seu produto. Portanto, caro leitor, tu que nunca hás de escrever sobre esta carne enlatada também nunca escrevas spam com maiúsculas!
E para terminar, um desbloqueador de conversa: O Havai é o sítio onde se consome mais spam per capita. No Havai até há uma festa anual do spam. Lá é o único sítio do mundo onde o McDonald's e o Burguer King tem menus com spam. E hoje deve estar um dia bonito no Havai.
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| Monty Python |
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Tim Walker
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