É bastante o que o próprio endereço do site indica. Uma ideia engraçada e bem desenvolvida. E mais não digo, basta carregar no link.
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Discurso Surrealista
Acontece, acontece, acontece, acontece ...
Eu não sei o que este senhor bebeu ou fumou, ou se sou eu quem não tem um intelecto suficientemente desenvolvido para acompanhar a sua linha de raciocínio mas, não percebo patavina do que ele está para lá a dizer. Acontece!
domingo, 26 de agosto de 2012
Caça Furtiva de Elefantes
Se alguma vez se depararem com alguma bela peça em marfim, lembrem-se que um destes queridos elefantes foi brutalmente chacinado para que fosse possível fazê-la e, não a comprem.
Bridal To Homicidal
É o nome do novo programa do E! Entertainment. Palavras para quê?
É mesmo um grande ponto de exclamação que me passa pela cabeça.
sábado, 25 de agosto de 2012
A magia negra, Zeus e os riscos de jogar fora de casa
Estava eu a ler um daqueles "rankings", que são mais compilações de casos, e que no caso eram as 10 mortes mais estranhas de sempre. Pelos casos reportados bem podiam ser as mais estúpidas, visto entre elas figurarem histórias como a de um homem que morreu asfixiado com um preservativo que enfiou na cabeça ou um advogado que tentou convencer os seus estagiários que os vidros do escritório eram inquebráveis atirando-se contra eles (o escritório era num prédio). Mas o que mais me chamou a atenção passou-se num jogo de futebol. Então parece que, estando as duas equipas que se defrontavam empatadas a um golo, cai um relâmpago no campo, vitimando fatalmente 11 jogadores. Todos da equipa visitante! Ora isto tem mesmo ar de ser uma daquelas tretas sem qualquer fundamento que circulam na internet aos magotes. Fui pesquisar fontes mais fidedignas. Achei a BBC News suficiente para o requisito. Foi verdade, pelo menos há uma notícia do tal acontecimento. Foi no longínquo ano de 1998, na longínqua República Democrática do Congo. O órgão de imprensa do governo e um jornal congolês dão conta da história, sem grandes pormenores, dizendo apenas que "curiosamente todos os jogadores da equipa da casa saíram ilesos" e que a população local atribui o feito a feitiçaria ou magia negra, "muito usada na região em jogos de futebol". Não houve outras fontes, independentes, a confirmar a história e não havia na região qualquer jornalista internacional para poder atestar minimamente alguma coisa devido ao conflito armado que se vivia e vive na região. Ora para mais com um conflito armado na região que não é nem mais nem menos que o conflito armado que mais pessoas matou depois da segunda guerra mundial. Eis o que eu penso: ou os visitantes esqueceram das chuteiras, tiveram de jogar descalços, e usaram a táctica da coagulação no preciso momento em que caiu dos céus o raio mesmo no meio deles ou então, cá para mim, o "relâmpago" deixou orifício de entrada nos malfadados visitantes, e de saída nos que não conservaram um pedacinho metálico de relâmpago no seu cadáver.
Eu não sei, mas a história parece um bocadinho, só ligeiramente, improvável demais. E é logo, é sempre, nestas fantásticas histórias que não está disponível quase nenhuma informação. Pudesse ao menos ter ocorrido num local onde houvesse câmaras, mais espectadores, jornalistas... Mas não, nada disso, tinha que ter ocorrido logo envolta no nevoeiro das florestas chuvosas do Congo.
A magia deve chamar-se negra tanto pelos seus resultados sombrios como pelo manto imperscrutável que sempre envolve os seus procedimentos.
"As Gordinhas E As Outras"
Ah, e antes que vá para a cama deixo-vos algo que apesar de ter cerca de dois anos, parece, só agora, suscitar (má) polémica na praça pública.
Uma crónica de Margarida Rebelo Pinto no Sol - As gordinhas e as outras. Uma escrita de alto nível acerca de um tema importantíssimo e que assola a população mundial. O efeito de estufa? Não, não é isso, mas quase, quase tão alarmante... Um texto pertinente.
"Ora acontece que a Gordinha é geralmente gorda e sem formas, tornando-se aos olhos masculinos pouco apetecível, a não ser em noites longas regadas a mais de sete vodkas, nas quais o desespero comanda o sistema hormonal, transformando qualquer bisonte numa mulher sexy, mesmo que seja uma peixeira com bigode do Mercado da Ribeira." |
Nestum Mel
Quanto mais tempo passa, mais me convenço de que Nestum Mel se trata dos melhores cereais de pequeno almoço de sempre.
De manhã, à tarde e ao deitar, óptimo a todos os momentos. Hmm, isto até soou a slogan, mas não é, ninguém me pagou para publicitar o produto, juro (antes pagassem!). É pura e sincera admiração. Nham nham!
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Palavras Homónimas
Estive a ver um episódio de Masterchef, há bocado e fiquei intrigada por ouvi-los falar num peixe que em português se chama alabote mas, em inglês é halibut.
Todos conhecemos a pomada com um elevado poder calmante, cicatrizante e regenerador dos tecidos, indicada para o tratamento das assaduras das fraldas, queimaduras, úlceras varicosas, eczemas, acne e no cuidado pós-cirúrgico das incisões, como acelerador cicatrizante e regenerador, formulado com óxido de zinco, que regenera e acalma a pele do seu bebé, certo? Halibut! Quem nunca o usou?
O que eu não conhecia era a existência de tal peixe. Então halibut não só é nome de um medicamento como é a designação inglesa para um peixe da família dos linguados, e essa hein?
Não me pareceu que de uma coincidência se tratasse, acima de tudo porque a fórmula farmacêutica possui aquele péssimo odor a peixe podre. Prontamente, descobri no site Selecções Reader's Digest um artigo sobre este mesmo assunto. Interessantíssimo, de resto, como tudo o que vos trago a este blog. Não obstante, não querendo provocar-vos um AVC devido à excessiva excitação a que ler o artigo inteiro vos pode levar, deixo-vos somente um pequeno excerto que explica o nome.
Que bestial!
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Problema de Expressão
Como boa portuguesa que sou, caio sistematicamente no erro de sobrevalorizar as minhas capacidades de falar castelhano e italiano. Ah, é quase igual ao português, basta que falem pausadamente e eu percebo. E, volta e meia, levo com um balde de água fria. Ontem, na presença de um grupo de italianos muito simpáticos, também eu quis ser simpática e comunicar com eles. No entanto, de cada vez que tentava dizer uma frase básica não me vinham os vocábulos mais simples à cabeça. Um simples parlare que é, muito provavelmente, das palavras italianas mais conhecidas - até pela sua semelhança ao nosso tão popular palrar - na hora da verdade, esteve fora do meu alcance. Então eu, dirigindo-me a uma italiana saí-me com um muito desadequado hablar. Que eu sabia ser espanhol mas para o qual não consegui, na altura, encontrar melhor substituto. E como este, muitos outros exemplo se sucederam. Se queria dizer menina, balbuciava primeiramente, um niñ... Seguido, finalmente, de um custoso (mas triunfante) ragazza.
Após muito esforço e muitas vezes me ter coibido de participar na conversa devido a uma frustrante incompetência vocabular, por várias vezes estive perto de ceder à pressão e desatar a falar em inglês. A velha amiga língua inglesa. Mas mantive-me firme e não capitulei perante a tentação, segui falando o meu pobre, mas incansável italiano (?).
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Ornatos Violeta - Chaga
Palavras para quê? Ornatos. Dez anos depois do último concerto, fecham hoje o Paredes de Coura.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
O João e a Cofidis
Quase todos os dias o João entra-nos em casa, junto com o pai, os dois juntos naquela garagem, junto com aquele carro vermelho e aquele discurso enfadonho e repetitivo, sempre o mesmo, invariante, invariantemente estúpido.
"O João fez a parte dele e entrou em medicina, e eu cumpro a minha e dou-lhe um carro." Que idade é que o João tem? Deve ter, pelo menos,18, para estar a ingressar agora no ensino superior, e para poder usar um carro fora do estacionamento do cemitério da vila dele. Esse método de estimulação "if - then" parece-me um bocado desajustado para um jovem adulto, e sobretudo muito desajustado para o objectivo em questão. O João tem que querer entrar em medicina, ou noutro curso qualquer, porque gosta e não porque vai ganhar um carro. E tem que gostar o suficiente para estudar, também, o suficiente. E não para ter um sítio para dar aso a deleites adiados com a namorada, até então, por falta de local. Eu acho má pedagogia. Se é dos que sofre com a pressão dos objectivos, vai lhe pôr ainda mais pressão em cima. Se ele falhar, vai causar-lhe ainda mais frustração. Se é dos que não tem auto-disciplina suficiente para se esforçar pelos próprios objectivos, então é imaturo, foi mal educado e não acho que esse problema deva ser corrigido oferecendo-lhe um carro por uma coisa que ele deve querer por si. No resto da vida não vai haver quem lhe possa dar viaturas por cada objectivo. E se para entrar foi preciso um carro, para ele completar o curso ia precisar de um stand. Portanto em nenhuma das hipóteses me parece adequada a atitude.
Agora vamos à questão económica que também não me parece menos estúpida. Então o pai do João não tem dinheiro suficiente para lhe pagar um carro novo e nem um usado (porque também, se tem dinheiro para um usado mas vai contrair um empréstimo para dar um carro novo como primeiro carro, é muito parvo). Até aqui tudo bem. Ele não tem esse dinheiro e o filho anda no secundário. Tudo bem na mesma, até agora foram constatações. Mas o homem, que não tinha dinheiro para comprar um carro em segunda mão, vai, logo agora, agora que vai ter um pesadíssimo acréscimo nas despesas com propinas, transportes, habitação e alimentação do moçoilo na faculdade, empenhar-se com um empréstimo, e logo na cofidis! O cúmulo é isso, é que não é num banco mais credível, que procura garantias para o crédito e depois apresenta taxas de juro mais razoáveis, não, é logo na cofidis...
Enfim, foi desta forma que arranjei uma óptima desculpa para eu falar disto. É por esta política do "quero, não tenho dinheiro, faço um empréstimo", por esta oferta de crédito fácil, desregrado, tantas vezes inconsequente, que há tantos portugueses cujo trabalho serve meramente para ir sobrevivendo às prestações mensais.
Kasabian - Days are Forgotten
Aguardado com expectativa aquele que é tido como possivelmente o nome de maior peso do festival - os Kasabian. Espera-se um grande concerto, culpa da banda que conquistou muito boa fama quanto às suas actuações ao vivo.
Subscrever:
Mensagens (Atom)






